Paulo Peralta
Psicólogo · Psicoterapeuta · Psicanalista

Psicoterapia e Psicanálise.

Um espaço para:

  • Compreender e aliviar o sofrimento psíquico
  • Encontrar e superar bloqueios/padrões limitantes
  • Desenvolver e reparar estruturas de autonomia e de relação
  • Descobrir o universo mental, como um fim em si.

Processos individuais e de casal.

Abordagem

Psicólogo integrativo de linha analítica, sistémica e humanista.

Pratica uma psicologia:

  • orientada ao desenvolvimento adulto
  • do conhecimento e exploração de si e do mundo
  • de relação (com os outros, com o real, memória e imaginação)
  • de elaboração por metáforas e ideias próprias
Avenida 5 de Outubro, Lisboa — localização do consultório

Focos/Temas - Porque se procura psicoterapia

  • Autodesenvolvimento
  • Curiosidade e vontade de se conhecer

Desafios do ciclo de vida:

  • Autonomia e início de vida adulta
  • Formação e reconfiguração da família
  • Parentalidade
  • Migração/Deslocação e transculturalidade
  • Emprego, carreira e reforma

Desafios relacionais:

  • Formação e separação do casal
  • Intimidade e Sexualidade
  • Rede social e profissional

Desafios existenciais:

  • Sentido e identidade
  • Luto e Perda
  • História de vida e memória

Ansiedade, Depressão, desconexão e sintomas idiopáticos

Sobre o Terapeuta

Formação e Experiência

Paulo Peralta, psicólogo e psicoterapeuta

Licenciado e Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, especialização em Psicologia Clínica Dinâmica (ULisboa).

Prática hospitalar no Hospital de Santa Maria (Serviço de Psiquiatria).

Formação em Psicanálise (APPP, 4 anos), Terapia Sistémica e Familiar (SPTF, 1 ano), Jung (EJP, 1 ano) e Winnicott (CIWP, 1 ano).

Antes de se dedicar à psicologia fez uma carreira de 15 anos em engenharia e gestão, vivendo diretamente os desafios de trabalhadores e decisores em contexto empresarial.

É também Licenciado e Mestre em Engenharia Informática (IST), Licenciado em História, MBA em Gestão (Nova/Católica SBE), e pós-graduado em diferentes áreas de gestão e direito.

Associações

É membro da Associação de Psicanálise (APPPP) e da OPP.

Perguntas frequentes

Escolher um psicólogo

Com que critérios devo escolher um psicólogo?

O fator decisivo é a aliança terapêutica - a capacidade de o psicólogo e a pessoa trabalharem em conjunto de modo sustentado.

Contactando o psicólogo, preste atenção a como se sente: Foi possível explicar-se, e colocar perguntas? Sentiu que recebeu compreensão e, mais importante, interesse em si? Se não sentir facilidade/naturalidade no final do primeiro contacto, não se iniba de procurar outro profissional, ou de voltar ao mesmo noutro momento.

Deve também ser possível falar com o psicólogo sobre os termos do processo, incluindo a regularidade, horário, custos das consultas, assim como os efeitos expectáveis da psicoterapia. É importante que se sinta confortável a discutir estes aspetos com o psicólogo e que cheguem a um acordo realista e adequado para si.

É possível fazer consultas online? É igual?
A psicoterapia online é uma alternativa válida e eficaz, mas:
  • A presença normalmente facilita o processo. Uma parte importante do trabalho terapêutico é co-regulação emocional, e isso é muitas vezes não-verbal. A comunicação de emoções com micro-expressões, postura, tónus muscular, inflexões da voz, respiração, e outros elementos pode não acontecer da mesma forma online.
  • O consultório é um espaço protegido de interrupções e influências externas, mas também separado do quotidiano. Isto ajuda a construir uma referência interna de tranquilidade e possibilidade.
  • Trabalhando online, é benéfico ter a primeira sessão presencial/e ou ter presença ocasional, para calibrar a comunicação, quando isso é possível.

Psicologia, Psicoterapia e Psicanálise

Como distinguir psicologia, psicoterapia, psicanálise e outras coisas?

A psicologia inclui um leque vasto de estilos e modalidades de intervenção, onde se encaixam a psicoterapia e a psicanálise.

A psicoterapia é o trabalho da pessoa através de um conjunto de objetivos, mais emocionais (sentir-se melhor) ou sobre o que procura (desejos, metas). Pode ter um foco particular, ou seguir os conteúdos que surgem.

Algumas psicoterapias são mais dirigidas a comportamento e esquemas de pensamento (cognitivo-comportamentais), outras trabalham mais o mundo psíquico interno (psicodinâmicas). Além deste eixo, há uma enorme variedade de estilos e formulações, mas o que é essencial é que o terapeuta e o paciente consigam compreender-se e trabalhar em conjunto.

A psicanálise é um processo (terapêutico, mas não só) em que a pessoa, com o apoio do psicanalista, deixa fluir e observa os seus próprios processos psíquicos, em associação livre. O objetivo é que a pessoa possa descobrir mais sobre si própria, mas também que desenvolva a capacidade de se observar e analisar.

Quais são as diferenças concretas/práticas entre psicanálise e psicoterapia psicanalítica?

A psicanálise pede normalmente maior frequência, duração e profundidade, dando à pessoa mais autonomia (menos contenção). Associa-se por isso a uma periodicidade de 2 ou mais sessões semanais, e ao divã (que não é obrigatório, mas liberta o analisando do feedback visual permanente do analista).

A psicoterapia psicanalítica, por outro lado, pode adaptar-se a ritmos menos intensos.

Um mesmo processo pode conjugar fases/movimentos de psicoterapia e de psicanálise, e o tipo de trabalho que a cada momento se está a fazer pode e deve ser conversado entre os dois (nunca é imposto).

O Processo Terapêutico

Como é a primeira consulta?
A primeira consulta é uma conversa livre que permite:
  • Fazer um primeiro contacto, e estabelecer/verificar confiança e comunicação
  • Compreender em conjunto o contexto e motivação da consulta
  • Validar uma primeira visão comum do caminho a percorrer

Este encontro pode ainda servir para ajudar ou aconselhar na escolha de uma especialidade/intervenção ou situação psicológica.

Quanto duram as sessões?

As sessões individuais são normalmente de 50 minutos, as de casal de 90 minutos.

Há horários melhores?

O horário melhor é sempre o que for mais adequado à vida do paciente.
Muitas pessoas valorizam o tempo à saída da sessão, que pode ser terapêutico também. Por isso, é bom escolher um horário em que possa estar livre logo a seguir às sessões.

Quanto tempo dura um processo? Ao fim de quantas sessões sinto efeitos?

Os processos de psicoterapia não têm uma duração fixa, mas é legítimo haver expectativas temporais, e restrições, que podem ser discutidas e acordadas desde o início.

Muitas pessoas adiam tratar de si até sentir angústia ou desconforto significativo, e normalmente sentem algum alívio, logo nas primeiras sessões, só por ganhar alguma perspetiva e controlo do que as preocupa.

Efeitos mais profundos (mudanças de padrões, ganhos estruturais) demoram mais tempo, e começam a aparecer ao fim de alguns meses, levando depois tempo a consolidar.

Os processos de psicanálise são mais longos e intensos (em frequência e profundidade), e terminam com uma emancipação natural.

Contacto

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